Mostrando postagens com marcador CQRoupaeuvou? R– Brasilia-DF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CQRoupaeuvou? R– Brasilia-DF. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Direitos do Consumidor!

Consumidor tem direito a abrir conta em banco sem pagar tarifas

Pacote essencial deve ser oferecido ao cliente pelos bancos, mas isso não acontece
Uma resolução do Banco Central, de 2008, garante o direito do consumidor em ter uma conta em qualquer banco sem que lhe seja cobrado taxas. Com isto, todos os bancos devem oferecer ao cliente a opção da conta corrente com o pacote essencial de serviços, que inclui: cartão de débito, dez folhas de cheque, quatro saques e dois extratos por mês, além de outros benefícios. Porém, apesar de obrigatório, o produto não é divulgado pelas agências.
O Instituto de Defesa ao Consumidor, IDEC, fez uma pesquisa em seis dos principais bancos do país e comprovou: nenhum deles oferece, em um primeiro momento, a possibilidade de abertura de uma conta corrente sem cobranças de tarifas.
A Caixa Econômica Federal e o Itaú atenderam rapidamente o pedido; o Bradesco e o Santander tentaram vender outro pacote, mas fizeram a mudança; o Banco do Brasil e o HSBC não concordaram com a conversão

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Neon, Como Usar!

 

Como Usar

Anime o guarda-roupa sóbrio deste inverno com acessórios neon; veja como usar e onde encontrar peças neon

Estação conhecida pelo uso de peças neutras, de cartela de tons repleta de pretos, nudes e mescla, este inverno aceita bem alguns pontos de cor para animar a produção. Intensas, as variações de fluo cabem bem a esta função. O segredo para adotar está no uso dos tons em acessórios como bolsas, óculos escuros e sapatos que, sem impacto exagerado, animam o guarda-roupa na estação mais fria do ano. Siga as fotos de street style para inspiração e, no final, eleja a sua peça entre os tons de rosa, verde e amarelo que já estão nas lojas

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Tendências!!

 

 


 

     






 
Moda Neon!

Ainda estamos no Inverno, mas as tendências de moda para o Verão de 2013 já estão aí. Estilistas do mundo todo sempre acabam apostando na diversidade de cores para as estações mais quentes. Diferentemente do Inverno, em que as pessoas costumam se vestir com roupas e acessórios em tons mais neutros, o Verão exige looks mais coloridos. As cores neon marcaram presença no Verão de 2012 e, pelo que se viu nos últimos desfiles do mundo todo, tudo indica que as tonalidades mais “acesas” continuarão na moda de 2013.
As cores neon foram muito usadas nos anos 80. Depois de um bom tempo, meio desaparecidas dos looks, voltaram para ficar. Embora muitas pessoas não gostem da intensidade destas tonalidades, não se pode negar o fascínio que elas exercem sobre a grande maioria, caindo no gosto das crianças e até dos mais velhos.
O próximo Verão permitirá o uso do neon em todos os setores da moda. A tendência mais forte, porém, está nas cores dos biquínis. E isso promete deixar as mulheres mais bonitas, na piscina ou na praia. Imagine um belo bronzeado, em contraste com as cores neon?
E o neon estará também nos esmaltes, maquiagens, sapatos e acessórios em geral.




As cores neon marcam bastante presença e, por isso, é preciso saber combiná-las bem a outros itens, para que não haja exageros – o que resultará em cafonice. Quando for usar cores neon, procure combiná-las com acessórios e roupas em tons mais neutros. Basta ter alguns cuidados, sabendo dosar o uso do neon e seu visual estará alegre e despojado, com a cara do Verão 2013.
 

No calor do paletó

Por falta de terno , delegado é retirado de reunião em Ourinhos, cidade onde, no verão, temperaturas chegam a 40°C







O que era para ser uma reunião de delegados virou caso de polícia, com abertura de sindicância e tudo, e, na semana da São Paulo Fashion Week, transformou-se numa discussão sobre etiqueta no mundo da moda.
A confusão começou quando o delegado Paulo Roberto Boberg Barongeno, 36, de Ourinhos (SP), foi a uma correição -fiscalização de viaturas e inquéritos, por exemplo- vestido de camisa social e gravata, sem paletó.
Com os outros delegados presentes de traje, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo em Bauru, Licurgo Costa, pediu que ele se vestisse de forma adequada e voltasse.
Num calor de 40°C, Barongeno não retornou.
A corregedoria da Polícia Civil abriu uma sindicância para apurar "uma possível violação de dever e eventual prática de transgressão disciplinar", mas informou que não existe regra que obrigue delegados a usar o terno.
De acordo com a polícia, a investigação não foi motivada pela falta do tal paletó, mas pelo fato de o delegado não ter retornado ao local.
"Se não tinha paletó, como eu ia voltar? Nesse calor faz até mal para o corpo usar paletó", disse Barongeno.
Alfaiate dos famosos como Silvio Santos e único brasileiro na Câmara Europeia da Alta-Costura, João Camargo diz que, com tecidos mais frescos, o calor não é mais desculpa para não usar terno.
"As pessoas estão mais à vontade em relação a trajes, mas em algumas ocasiões é preciso respeitar a tradição e as outras pessoas. Agora, abrir uma sindicância por falta do terno é exagero", diz.
É o que também acha a consultora de moda Glória Kalil. "Nunca soube que etiqueta fosse caso de polícia. "O que vale são as convenções. As pessoas conhecem os códigos do grupo que frequenta, mas abrir investigação é de um rigor excessivo."
No Rio, a Eletrobras decidiu flexibilizar as exigências do traje de seus funcionários. Até 14 de março, os ternos podem ficar guardados. É o segundo ano que a empresa opta por suspender a obrigatoriedade do terno.
Coordenador diretoria de Administração da Eletrobras, Manoel Aguinaldo Guimarães, diz que a decisão gera mais eficiência, mas precisa ser usada com bom senso.
"Mais conforto neste calor gera mais produtividade. Terno não torna ninguém mais inteligente", afirma.
Para Cláudia Matarazzo, chefe do cerimonial do governo paulista, deve, sim, haver uma flexibilização em virtude do clima quente.
"Terno só pode ser exigido numa solenidade, mas é preciso ter critério, a flexibilização tem de ser relativa."